A TerraGuarda aplica sistemas técnicos de revegetação, estabilização de taludes e proteção preventiva do solo — formulados para os substratos e climas específicos de Portugal. Experiência internacional em 10 países.
Cada projeto recebe uma formulação específica — substrato, inclinação, clima e risco de erosão determinam o sistema, não um catálogo estandardizado. As mesmas metodologias desenvolvidas em infraestrutura, pós-incêndio e ambientes áridos em 10 países.
Taludes de estrada, linhas ferroviárias, barragens. Formulações por substrato e inclinação.
Estabilização imediata antes das primeiras chuvas. Aplicável por helicóptero ou terrestre.
Polissacáridos naturais. Formulados segundo os critérios de aprovação da UE para aplicação em espaço aberto. Fixação de poeiras, pistas, dunas costeiras.
Barreiras térmicas por aspersão. Sem fosfatos. Faixas junto a infraestruturas e linhas elétricas.
Formulações para UAV e helicóptero. Zonas remotas, encostas sem acesso terrestre.
Modelação RUSLE, simulação de vegetação, cadernos de encargos técnicos para concurso público.
Portugal não é um substrato homogéneo. Granito no norte, xisto no centro e interior, areias costeiras no sul — cada região exige uma formulação adaptada. Trabalhamos com as características reais do solo.
Solos esqueléticos sobre xisto e granito com elevada pedregosidade e baixa retenção hídrica. Após incêndio, os primeiros eventos de precipitação de outono arrastam topsoil que levou décadas a formar. O verão seco exige matrizes com alta retenção de água para garantir germinação.
Areias costeiras com drenagem rápida, baixo teor de nutrientes e matéria orgânica mínima. Estabilização de dunas requer sistemas que fixem partículas sem prejudicar a vegetação halófita nativa. Taludes calcários no sotavento com pH elevado e erosão hídrica concentrada.
Granitos e metamórficas criam solos esqueléticos em declives acentuados. As precipitações intensas de inverno sobre solos destabilizados por construção ou incêndio geram erosão laminar e em sulcos. Baixas temperaturas exigem formulações com janela de germinação alargada.
Região mais afetada pelos grandes incêndios históricos. Solos xistosos com alta erodibilidade após perda de vegetação. Encostas íngremes em bacias hidrográficas sensíveis exigem intervenção rápida — idealmente com aplicação aérea nas primeiras semanas após o incêndio.
Projetos de infraestrutura, pós-incêndio, mineração e ambientes áridos em múltiplos países — incluindo zonas mediterrânicas, semiáridas e alpinas. Portugal é a expansão natural para o mercado europeu com maior pressão de erosão e risco de incêndio.
Países com experiência de projeto
Para orçamentos, consultas técnicas, participação em concursos públicos como subempreiteiro especializado, ou parcerias com empreiteiros gerais.